Te contei as histórias erradas
Em momentos oportunos;
Fiz teus olhos me desnudarem
- Sem saídas imediatas ou
[janelas sem grades;
Te disse adeus numa tarde qualquer.
(Parecia a mais quente)
Desfiz o que não tinha feito ainda -
Refiz teus sorrisos mortos.
Tranquei as portas...
Esqueci apenas de te devolver as chaves.
Humpff!
17 de maio de 2012
23 de abril de 2012
De eternas fugas
Escuto tuas palavras que o vento
[carrega desde lonjuras...
Teus verbos tão consistentes quanto
(fumaça)
Um cheiro esquecido na infância
Não mascaram as diversas rotas de fuga.
Em instantes...
(lacuna... terremoto... pontos finais)
Cadê o vento que te levou?
31 de março de 2012
De fitas azuis
Jogos estranhos e divertidos
[pra esconder e dormir;
Longas andanças em busca de
Grandes doces mordidos e
[de cores vibrantes -
Mas dentro do escuro,
Leves brincadeiras antes de sair.
[pra esconder e dormir;
Longas andanças em busca de
Grandes doces mordidos e
[de cores vibrantes -
Mas dentro do escuro,
Leves brincadeiras antes de sair.
25 de março de 2012
Aquele de tentativas
Tenho um punhado de versos prontos
[incongruentes e infelizes
(A)Guardando...
- o quê?! não ouvi!
Divagando em teu riso fácil;
Suplicando por teus olhos bonitos
[voltados pra mim.
[incongruentes e infelizes
(A)Guardando...
- o quê?! não ouvi!
Divagando em teu riso fácil;
Suplicando por teus olhos bonitos
[voltados pra mim.
6 de março de 2012
Quando anoitecer
Estrelas dispersas que me olham,
Que me paqueram de longe -
Sem desejo de descer.
Estrelitas longínquas e pulsantes,
Venham me contar estorinhas,
Dar beijos na testa
E brincar com meus cabelos.
Venham antes que
[eu feche os olhos.
Que me paqueram de longe -
Sem desejo de descer.
Estrelitas longínquas e pulsantes,
Venham me contar estorinhas,
Dar beijos na testa
E brincar com meus cabelos.
Venham antes que
[eu feche os olhos.
27 de fevereiro de 2012
Redemoinho
Teus pequeninos pés valsam-rodopiam,
Transfiguram o chão de folhas
Como a algazarra do vento.
Teus pés imitam vendavais
[e iniciam minúsculos caos.
Teus pequeninos pés de vento.
Transfiguram o chão de folhas
Como a algazarra do vento.
Teus pés imitam vendavais
[e iniciam minúsculos caos.
Teus pequeninos pés de vento.
14 de janeiro de 2012
tarde de pétalas arrancadas
teus olhos passeiam com a pressa
[de viver noutro mundo particular.
com a facilidade da fuga,
desabita sentimentos feito cigano;
olha pra trás apenas por tempo suficiente
- sem perder rotas seguidas.
destroça caminhos traçados
(que outros não te sigam!),
derruba barreiras aos blocos
e se esvai fluidamente.
de braços sempre abertos,
que o mundo não tem fim.
[de viver noutro mundo particular.
com a facilidade da fuga,
desabita sentimentos feito cigano;
olha pra trás apenas por tempo suficiente
- sem perder rotas seguidas.
destroça caminhos traçados
(que outros não te sigam!),
derruba barreiras aos blocos
e se esvai fluidamente.
de braços sempre abertos,
que o mundo não tem fim.
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