9.4.11

Castelo

Meus dentes em tua pele
- Rasgando com o desejo de bilênios.
Tua tirania sem fim
- Derrubei a mesa e quebrei as lâmpadas.
Tuas mãos em meu corpo
- Sangrando de forma demente.
(O dia sobrou.)

Um comentário:

  1. Amei seu novo poema. Do jeito que eu gosto, simples, rápido, pungente. Saudade! Bj!

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