23.7.11

Nada

O nada de minha alma grita
Com voz surda;
Meus olhos cheios de vazio
Transbordam desertos;
Meus dedos insistem
No toque invisível que não sentes...

Um comentário:

  1. Lindo poema! Nãoo perco nenhuma de suas postagens. Bju!

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